quinta-feira, 23 de abril de 2015

Receita Italiana da Semana: Fusilli ao molho pesto

Ingredientes ½ kg de massa tipo fusilli Água, o suficiente Sal grosso a gosto 2 xícaras (chá) de folhas de manjericão 1 xícara de azeite de oliva 1 xícara (chá) de queijo tipo parmesão ralado 1 xícara (chá) de pinhão 2 dentes de alho Modo de preparo Cozinhe o macarrão na água fervente com sal até que fique al dente. Enquanto isso, bata no liquidificador o manjericão com o azeite, o queijo tipo parmesão, o pinhão e o alho até que fique homogêneo. Escorra a água da massa e despeje o molho pesto.

MISTÉRIO: O Caso das Máscaras de Chumbo

No dia 20 de agosto de 1966, um sábado, dois homens foram encontrados mortos no alto do Morro do Vintém, no bairro Santa Rosa, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 22°53'54.09"S, 43° 5'41.05"W]. Nenhum sinal de violência ou luta corporal foram encontrados. Os corpos estavam próximos, um ao lado do outro, deitados de costas no chão, em cima de uma espécie de "cama" feita com folhas de Pintoba, uma espécie de palmeira, as quais foram cortadas com alguma faca ou algo similar. Os corpos estavam bem vestidos com ternos limpos e com capas de chuva e em adiantado estado de putrefação. Do lado dos corpos havia um estranho marco de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com duas toalhas, um par de óculos preto com uma aliança em uma das hastes, um lenço com as iniciais "MAS", duas toscas máscaras de chumbo, um papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita: A autópsia realizada nos corpos, pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como a "causa-mortis", pois não havia sinal de violência, de envenenamento, de distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade. Foram realizados diversos exames toxicológicos, em diversos pedaços das vísceras e todos deram negativos. Os documentos que portavam permitiram facilmente identificar que eram os Técnicos em Eletrônica e sócios Miguel José Viana, 34 anos e Manoel Pereira da Cruz, 32 anos, moradores na cidade de Campos dos Goitacazes [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 21°45'25.08"S, 41°19'27.87"W], Interior do Estado do Rio de Janeiro. Os exames grafotécnicos realizados nos bilhetes provaram que a caligrafia era de Miguel José Viana. Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a Polícia para informar que haviam visto um Objeto Voados Não Identificado (OVNI) no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos. Até hoje a Polícia não soube explicar o que realmente aconteceu. Um simples latrocínio? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador? Para tentar entender o que pode ter acontecido, vamos detalhar, passo a passo, o que eles fizeram desde que saíram de Campos e até que foram encontrados mortos em Niterói. Agosto de 1966 – Não se sabe corretamente o dia, mas as duas máscaras de chumbo foram feitas pelos radiotécnicos em sua oficina em Campos, RJ, pois lá foi encontrado o restante da placa utilizada: Em 16/08/1966, à noite, terça-feira, o Manoel Pereira da Cruz informou para sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel José Viana, seu sócio, casado, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque de sua oficina. Ele embrulhou dois milhões e trezentos mil cruzeiros (mil dólares aproximadamente) para levar na viagem. Em 17/08/1966, quarta-feira, às 09:00 horas, os radiotécnicos tomam o ônibus na rodoviária de Campos, com destino à Niterói e não São Paulo como haviam informado à família. A seguir está um diálogo curioso que Miguel teve com uma sobrinha no momento do embarque no ônibus para NIterói: Minutos antes de partir de Campos para Niterói, Miguel encontrou uma sobrinha, com quem teve o seguinte diálogo: - Tá indo pra onde, tio? - Pra São Paulo. - Vai fazer o que em São Paulo? - Comprar um carro. - Em São Paulo? Por que o senhor não compra aqui, é mais barato. - Eu preciso saber de uma coisa. Depois quando eu voltar, eu te conto se acredito mesmo nessa estória de espiritismo ou não. Em 17/08/1966, quarta-feira, às 14:30 horas, eles chegam na rodoviária de Niterói. Entre às 14:30 horas até o instante em que eles morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, onde eles eram fregueses, a Fluoscop, situada na Travessa Alberto Vitor, 13, no Centro de Niterói. Passaram também em uma loja e compraram capas de chuva, e embora estivesse chovendo no momento, saíram da loja às pressas sem vestir as capas. Passaram em um bar, situado à Av. Marquês do Paraná e compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para poder devolver na volta. A pessoa que os atendeu, neste último estabelecimento, disse que Miguel parecia estar nervoso e a toda hora consultava as horas no relógio. Aquele dia estava chuvoso e escurecendo rapidamente. O vigia Raulino de Matos, morador no local, viu quando Manoel e Miguel chegaram ao pé do morro em um Jipe, dirigido por um homem loiro, juntamente com outras duas pessoas, até hoje não identificadas. Manoel e Miguel desceram do jipe e subiram o morro à pé. Durante investigação efetuada posteriormente, foi notado que no caminho do Morro do Vintém existia um Centro Espírita, o qual realizava estudos e pesquisas espirituais, no entanto não foram encontradas provas do contato de Miguel e Manoel com membros desse local. Mas poderia haver alguma ligação, tendo em vista a localização do Centro Espírita no caminho em que Miguel e Manoel fizeram até o Morro do Vintém? Quem dirigiu o Jipe que levou as vítimas até o pé do Morro do Vintém? Seria alguém que ajudou à orientá-los em sua experiência? Existe a certeza de que Miguel e Manoel foram orientados por alguém com conhecimento intelectual superior, devido aos detalhes dos procedimentos que realizariam no Morro do Vintém. Mas quem seria essa pessoa? Na manhã de 18/08/1966, quinta-feira, um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos, que estava caçando passarinhos, viu os corpos e avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha. Posteriormente, esse guarda foi ouvido pelo Delegado Venâncio Bittencourt, que comandou as investigações, para saber porque demorou dois dias para ir ao local onde foram achados os cadáveres. Admitia-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres, para se apropriar do dinheiro, mas nada ficou comprovado. Em 20/08/1966, sábado, dois dias depois, por volta das 18:00 horas, um garoto também de 18 anos, Jorge da Costa Alves, estava procurando sua pipa junto com outros meninos, quando sentiram um forte mau cheiro e localizaram os corpos. Jorge avisou a Segunda Delegacia de Polícia (2a DP) de Niterói. Em 21.08.66, domingo, pela manhã, a Polícia, os Bombeiros, jornalistas e curiosos subiram o morro para resgatar os corpos. No bolso de um foi encontrado a quantia de 157 mil cruzeiros (68 dólares) e no bolso do outro 4 mil (menos de 2 dólares), além dos relógios. Assim, a Polícia iniciou as investigações. Um dos bilhetes e o sumiço do dinheiro reforçaram a hipótese da existência de um terceiro personagem. Também a ausência de uma faca ou objeto cortante, utilizada para cortar as folhas de Pintoba, reforçou essa hipótese, mas as máscaras de chumbo não combinavam com a situação e nem o estranho bilhete. A hipótese de uma terceira pessoa indicava que ela teria dirigido a pesquisa, mas não teria participado. Mais tarde, a Polícia prendeu o amigo das vítimas, Elcio Correia Gomes, espírita, que introduziu os dois radiotécnicos em estranhas e grandiosas experiências. Tempos antes, os três causaram uma enorme explosão, na Praia de Atafona, no Interior do Rio de Janeiro. A explosão foi tão grande e causou um clarão enorme, que a população pensou que estava ocorrendo um terremoto. Esse acidente foi objeto de investigação por parte da Marinha Brasileira. Como a Polícia não encontrou provas contra o Elcio, ele acabou sendo libertado. Após os jornais terem anunciado essas duas estranhas mortes, a Sra. Gracinda Barbosa Coutinho de Sousa, informou que, na noite de 17/08/1966, entre 19:00' e 20:00' horas, juntamente com três filhos, duas meninas e um menino, estavam passando, de carro, pela Alameda São Boaventura, no bairro Fonseca, quando a filha Denise, de 7 anos, chamou a atenção da mãe de algo no alto do morro. Viram um objeto multicolorido, ovóide, de cor alaranjado, com um anel de fogo de onde saíam raios azuis em várias direções. Após a imprensa divulgar esse depoimento, várias outras pessoas se encorajaram e ligaram para a Polícia informando que também tinham visto tal objeto luminoso no mesmo local, dia e hora. Técnicos em eletrônica fundamentaram a hipótese de que Manoel e Miguel foram mortos por um raio, pois nesse dia chovia muito. Argumentaram que eles estavam em um local alto, com uma máscara de chumbo no rosto. Caso issso tivesse acontecido, os corpos teriam sofrido ligeiras queimaduras, as quais só não foram constatadas na autópsia porque as marcas se desfizeram com a decomposição dos cadáveres. Essa hipótese não foi confirmada pelo médico legista. O Padre Oscar Gonzalez Quevedo, professor de parapsicologia, na época, deu um depoimento ao jornal O Globo, informando que máscaras de chumbo eram usadas em testes mortíferos de ocultismo. Disse que o ocultismo admitia que dos novos mundos emanavam irradiações luminosas, por exemplo, capazes de afetar aquilo a que chamavam de "terceiro olho", e fulminar o experimentador. Daí a necessidade da proteção com as máscaras de chumbo. Nesse tipo de experiência, o experimentador deve ingerir uma quantidade de droga que lhe permite entrar em transe e deve estar em jejum para provocar o desequilíbrio físico e mental. Essas experiências são conhecidas como psigama e hiperestesia. No primeiro caso o experimentador procura liberar a alma para conseguir captações espirituais, e na segunda, os nervos hiperexcitados são o instrumento pelo qual o homem procura sentir aspectos sutis da realidade que o cerca. O Padre Quevedo frisa que para conseguir êxito em qualquer uma dessas experiências, são indispensáveis muitos exercícios e perfeito estado físico. A situação ficou mais complicada quando a Polícia descobriu uma morte bem semelhante, quatro anos antes. José de Sousa Arêas informou que no ano de 1962, um técnico de televisão, foi encontrado morto, no Morro do Cruzeiro, em Neves, sem nenhum tipo de violência, com todos os seus pertences e também com uma máscara de chumbo. Ele se chamava Hermes de tal e foi no alto do morro para tentar "captar" sinais de televisão sem o auxílio de nenhum aparelho eletrônico. Disse que ele engoliu um comprimido redondo e morreu porque não estava fisicamente preparado para a empreitada, que oferecia possibilidade de vida ou morte. Depois de muita investigação e várias hipóteses levantadas, em 25/08/1967, os corpos foram exumados, para ser realizado uma nova série de exames, no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas nada foi descoberto. Em maio de 1969, a Justiça Brasileira arquivou o Processo por falta de provas. Em 1980 um novo mistério. O cientista e Ufólogo Jacques Vallée, que trabalhou para a NASA, veio ao Brasil exclusivamente para pesquisar esse caso. Ao chegar no local, em companhia de sua esposa, do detetive Saulo Soares de Souza e do repórter policial Mário Dias, os quais participaram do caso na época dos acontecimentos, subiram o morro e lá ficaram estarrecidos. No local onde foram encontrados os corpos, não havia vegetação alguma, estando o local praticamente demarcado, como se alguém tivesse contornado os corpos, e o solo estava como se tivesse sido calcinado. Porque não creceu mais nenhuma vegetação no local onde os corpos foram encontratos? Qual fenômeno teria provocado esse acontecimento? As perguntas são muitas, e assim, o Mistério das Máscaras de Chumbo até hoje continua sendo uma grande incógnita. A Polícia não conseguiu esclarecer o que aconteceu e nem o Poder Judiciário. O caso foi divulgado no programa "Linha Direta" da Rede Globo", mostrando todos os detalhes. Durante o programa, foi pedido o desarquivamento do processo da morte de Miguel e Manoel para análise dos documentos, mas misteriosamente a caixa que continha todo o processo estava vazia. Todos os documentos desapareceram. Porque? Mais um mistério. O que realmente aconteceu? Um latrocínio bem elaborado? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador? Esse é um dos grandes mitérios do nosso mundo, o qual provavelmente nunca será esclarecido!

Mais um texto do grande Jô Soares

O filme sempre começa na hora certa, principalmente quando você chega atrasado. O ar quando não é poluído, é condicionado "A pessoa que se diz humilde, se era, deixou de ser." "Esse sorriso tão lindo que você tem é seu mesmo ou é patrocinado por algum creme dental?" "Houve uma guerra que durou 100 anos. É dose. Os soldados morreram todos de arteriosclerose." "Era um sujeito realmente distraído: na hora de dormir, beijou o relógio, deu corda no gato e enxotou a mulher pela janela." "As duas mulheres se pareciam tanto que todos pensavam que fossem gêmeas. Mas não: eram clientes do mesmo cirurgião plástico." "A prova de que a natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas." "Era um menino tão mau que só se tornou radiologista para ver a caveira dos outros." "Não há amizade, que por mais profunda que seja, que resista a uma série de canalhices." "É bem melhor pensar sem falar, do que falar sem pensar." Era tão azarado que, se quisesse achar uma agulha no palheiro, era só sentar-se nele. O pára-quedas é o único meio de transporte que ao enguiçar, chega-se mais rápido. "Não há nada de errado com a velhice que a morte não resolva." "Não há nada de errado com a juventude que a idade não cure. "Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."f "Gordo, quando está fazendo dieta, sempre faz a barba antes de se pesar." "Morava tão longe, que o carteiro mandava suas cartas pelo correio."

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Camisas da Copa do Mundo de 2.014.

particularmente sou fã da Seleção italiana, até porque sou neto de Italianos, porém você pode acompanhar todas as camisas que serão usadas pelas seleções participantes da Copa do Mundo de 2.014 no Brasil no site http://www.mantosdofutebol.com.br , é muito legal e tem muita coisa bonita. Segue abaixo alguns modelos.

Receita Italiana da Semana: Risoto Marguerita

Tomate Temperado – 1ª parte - ½ xícara de chá de tomate sem semente em cubinhos - 1/4 de xícara de chá de mussarela de búfala em cubinhos - 3 colheres de sopa de parmesão - 3 colheres de sopa de folhas de manjericão Mussarela Temperada – 2ª parte – 1 xícara de chá de mussarela de búfala cortada em 4 partes - 1/4 de xícara de chá de folhas de manjericão - 1 colher de chá de orégano - 2 colheres de sopa de azeite Risoto – 1 xícara de chá de arroz - 1/4 de xícara de chá de molho ao sugo - sal a gosto - 500ml de caldo de frango ou legumes - todo tomate temperado Finalização - toda mussarela La Bufalina temperada - azeite Modo de preparo Esquentar bem a quantidade de caldo para 1 risoto, manter bem quente no banho-maria. Em uma panela colocar o arroz, aquecer e adicionar o molho ao sugo. Esperar o molho ser completamente absorvido. Em seguida adicionar o caldo aos poucos (2 conchas de cada vez), mexendo sempre. Esperar o caldo ser completamente absorvido antes de uma nova adição. Quando faltar 1 minuto para ficar pronto, adicionar o tomate temperado, mexer bem e desligar o fogo. Acrescentar a mussarela temperada sobre o arroz. Não mexer.Finalizar com fio de azeite.

Essa é ótima: "A Arte de lidar com grosserias"

Por Marco Santo - Para todos os que têm de tratar com clientes irritantes, ou com pessoas que se acham superiores aos outros, aprenda com a funcionária da GOL. Destrua um ignorante sendo original, como ela foi. Uma funcionária da GOL, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo quando teve que lidar com um passageiro que provavelmente, merecia voar junto com a bagagem... Um voo lotado da GOL foi cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse: - Eu tenho que estar neste voo, e tem que ser na primeira classe! A funcionária respondeu - O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo. O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem: - Você faz alguma ideia de quem eu sou ? Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando: - Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a voz ecoou por todo o terminal). E continuou: - Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido... Se alguém é responsável por ele, ou é seu parente, ou então se puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da GOL. Obrigada. Além das gargalhadas descontroladas de todos ainda levou uma calorosa salva de palmas... Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando: - Eu vou te foder! Sem recuar, ela sorriu e disse: - Desculpe meu senhor, mas mesmo para isso, o senhor vai ter de esperar na fila, tem muita gente querendo o mesmo. Genial. A recepcionista foi muito inteligente e astuta. Quebrou a "carteirada que o gaiato queria aplicar".......Nota 10, ela sinceramente merece.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Lendas Urbanas: O Ladrão de órgãos!!!!

Muito embora o grosso das histórias relacionadas à essa lenda seja de uma ladra de rins, na verdade foram muitas as versões e o ponto em comum entre elas era a de uma bela mulher que enganava suas vítimas, seja elas crianças ou adolescentes sedentos por sexo. A vítima acordava numa banheira cheia de gelo, com uma cicatriz enorme devido o roubo dos seus rins. Na versão das crianças, elas apareciam dias depois na porta de suas casas com a enorme cicatriz nas costas. A história ficou bastante conhecida e até ganhou um apelo totalmente negativo para o Brasil no filme americano “Turistas”. Epidemia começou em julho, com mulher bailando sem parar por 6 dias. Transe acabou envolvendo centenas de pessoas e durou até setembro. Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz. Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas. Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte. Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida. Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518″. Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo. Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro “Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine”. A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.) Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias. O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições. Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.

MISTÉRIO: Sobre o Desenho Caverna do Dragão

Todos já ouviram falar no desenho caverna do Dragão que era Exibido na Globo. Todos sabem como eles vão parar nesse mundo. Eles entram em uma Montanha-Russa e que na verdade era um Portal. Mas mundo dos desenhos animados pode se ter de tudo. ANDOU circulando na internet sobre o último episódio, trigésimo da saga. Na verdade Caverna Do Dragão não teve nem 30 episódios, foram 27 de 83 á 86: “um rumor de que o último episódio da série teria sido vetado por sua assombrosa revelação: na verdade, os personagens do desenho já estariam mortos desde o primeiro episódio, devido a um acidente no carrinho de motanha-russa no qual embarcaram. Os meninos teriam sido mandados ao inferno, sendo o Mestre dos Magos e o Vingador, as duas faces de um mesmo ser demoníaco, capaz de oferecer esperança e temor em um processo de crescente agonia psicológica. O boato ainda afirma que o dócil unicórnio Uni seria um agente espião, eventualmente responsável por impedir os meninos de regressar ao seu mundo. De tão famoso, o boato pôs em evidência os criadores da série, entre eles o roteirista Mark Evanier: “Isto é totalmente falso! Apesar de vários possíveis finais terem sido discutidos, nenhum último episódio foi produzido de fato.” Outro escritor, Michael Reaves, roteirista de sete episódios, complementa: “Caverna do Dragão foi um desenho altamente sombrio para a sua época – tanto quanto é Gárgulas nos anos 90. Nós o levamos o mais distante que era possível para um programa infantil”. (…) “Os garotos não ficaram presos no inferno, nem o Mestre dos Magos é o demônio ou coisa parecida. Essa história toda é absurda.” Michael Reaves foi o escritor daquele que, ao menos em script, é o final oficial das aventuras de Caverna do Dragão, tendo sido concebido antes mesmo do cancelamento da série.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

PARABÉNS GUARATINGUETÁ PELOS 383 ANOS

NOTICIAS BIZARRAS: Promotor é demitido do Mackenzie após criticar manifestações em SP

O promotor de Justiça Rogério Zagallo, do Ministério Público do Estado de São Paulo, foi demitido da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde dava aula de Direito Penal desde 2006. A demissão se tornou pública depois de ele ter feito comentários polêmicos no Facebook sobre o Movimento Passe Livre, na segunda-feira, 10, ofendendo os manifestantes e dizendo que se a Tropa de Choque matasse alguém ele "arquivaria o inquérito policial". A assessoria de comunicação do Mackenzie não quis comentar as declarações de Zagallo e disse que o desligamento do professor neste momento foi uma "coincidência". A demissão teria sido assinada dias antes da postagem dos comentários, em um processo rotineiro de "realocação de professores" no fim do semestre. Zagallo não quis se pronunciar. Seu perfil não aparecia mais no Facebook nesta quarta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Textos para uma ótima leitura: Crônicas do Jô

O filme sempre começa na hora certa, principalmente quando você chega atrasado. O ar quando não é poluído, é condicionado "A pessoa que se diz humilde, se era, deixou de ser." "Esse sorriso tão lindo que você tem é seu mesmo ou é patrocinado por algum creme dental?" "Houve uma guerra que durou 100 anos. É dose. Os soldados morreram todos de arteriosclerose." "Era um sujeito realmente distraído: na hora de dormir, beijou o relógio, deu corda no gato e enxotou a mulher pela janela." "As duas mulheres se pareciam tanto que todos pensavam que fossem gêmeas. Mas não: eram clientes do mesmo cirurgião plástico." "A prova de que a natureza é sábia é que ela nem sabia que iríamos usar óculos e notem como colocou nossas orelhas." "Era um menino tão mau que só se tornou radiologista para ver a caveira dos outros." "Não há amizade, que por mais profunda que seja, que resista a uma série de canalhices." "É bem melhor pensar sem falar, do que falar sem pensar." Era tão azarado que, se quisesse achar uma agulha no palheiro, era só sentar-se nele. O pára-quedas é o único meio de transporte que ao enguiçar, chega-se mais rápido. "Não há nada de errado com a velhice que a morte não resolva." "Não há nada de errado com a juventude que a idade não cure. "Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."f "Gordo, quando está fazendo dieta, sempre faz a barba antes de se pesar." "Morava tão longe, que o carteiro mandava suas cartas pelo correio."

Receita Italiana da Semana: Fusili com Bracciola

Ingredientes Massa Fusili: 200g de farinha de trigo  2 ovos inteiros  1 pitada de sal  Bracciola: 10 bifes de coxão duro  100g de cenoura  100g de pimentão verde  100g de bacon  100g de azeitonas pretas  300g de pão italiano sem casca Salsinha picada a gosto Nós moscada a gosto Pimenta do reino a gosto 3 dentes de alho picados  100ml de azeite de oliva  100ml de vinho tinto seco  1L de molho de tomate  Sal a gosto Palitos de dente  Modo de preparo Para o Fusili: Em um recipiente coloque a farinha de trigo, os ovos, o sal e misture tudo até obter uma massa homogênea. Estique a massa com um rolo e corte em retângulos, com a ajuda de uma haste enrole um a um. Cozinhe em água fervente e reserve.   Para a Bracciola: Tempere os bifes de coxão duro com alho, sal, pimenta do reino e azeite reserve. Corte o pimentão, a cenoura e o bacon em tiras grossas e reserve. Descasque o pão italiano e umedeça com pouca água em seguida acrescente a azeitona, a salsinha, a pimenta do reino, a nós moscada e o sal misture bem até virar uma pasta e reserve. Pegue o bife de coxão duro e coloque as tiras de cenoura, pimentão verde e bacon por cima a pasta de azeitonas pretas com pão italiano enrole e prenda com os palitos. Na panela coloque o azeite de oliva e refogue os bifes já enrolados e depois acrescente o vinho tinto e o molho de tomate deixe cozinhar até que fiquem bem macios. (pelo menos 2 horas de cozimento)   Sirva com o fusili.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Retomada das atividades.

Depois de hibernar por um tempo, estamos de volta as atividades aqui no nosso blog. Para o ano de 2.013 teremos: novas receitas italianas, vídeos incríveis e inacreditáveis, lendas urbanas, crônicas, variedades, notícias, denúncias e tals. Espero poder contar com os amigos de sempre e aos novos amigos que chegam um cordial bem vindo e sintam-se a vontade com nosso blog. Abraços em todos Marcelo Pazzini

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Hoje é 27 de Setembro dia de São Cosme e Damião, protetores das crianças e enfermos.

Essa é ótima.

Fotos inesquecíveis... O dia em que a Ponte Metálica caiu em Guaratinguetá!!!

Foi em outubro de 1.987, numa tarde ensolarada, eu estava em casa quando veio à notícia e logo todo mundo foi ligando o rádio sintonizando nas emissoras da cidade e logo veio à confirmação vinda o repórter Nelson Baracho: “Extra Extra a Ponte Metácia desabou”. E foi isso mesmo. Primeiro a ficha demorou para cair, depois inconformado peguei a minha caloi cross e fui correndo até o local para ver, testemunhar com os meus próprios olhos se aquilo de fato era verdade. E lá estava ela, caída no Rio Paraíba, moribunda, apenas com uma parte intacta, já jazia a nossa velha ponte metálica. O Peti bem que avisava, nos seus mergulhos no Rio Paraíba, ele logo dizia: “A Ponte está toda poder em seus alicerces, ela vai cair”, todo mundo ria, ria mesmo o Peti tinha a fama de louco, só pelo simples fato de mergulhar nas águas barrentas do Paraíba. Ficamos sem água durante alguns dias, e sem energia elétrica por um dia, sem telefone por uma semana, e sem nossa querida ponte metálica para sempre. O Peti bem que avisou e ninguém ligou. Fica aqui a minha saudosa recordação daquela ponte e seu fatídico dia que como que agonizando de barriga caiu sobre o Rio...

RECordar é Viver!!!

Eu junto com então Deputado Federal Celso Russomano, em seu gabinete em Brasília. Sem dúvidas o próximo Prefeito de São Paulo.

Coluna Cobras & Lagartos

Coluna Cobras & Lagartos: Greta Garbo do Irajá A Ex Primeira dama, que nunca foi primeira e somente segunda. Tagarelava tanto no ultimo debate entre os candidatos a Prefeitura de Lorena, promovido por várias entidades entre elas a ACIAL e UNISAL, que alguns organizadores já ensaiavam um cordial “pedido” para ele se retirar do recinto. Ainda sobre o Debate O candidato a Prefeitura de Lorena, Subtenente Orlando (PSOL) foi o destaque hilário do debate, confuso no que se tratasse entre réplica ou tréplica até mesmo entre pergunta e resposta, o candidato acusou os outros concorrentes de estarem “roubando” suas ideias e propostas. Foi gargalhada geral! Guerra on line O pleito chegando, os ânimos aumentando nas redes sócias, com uma atenção especial para o Facebook, que na base do ataca daqui que eu ataco de lá, a baixaria tá rolando. Cidade sem comícios Diferente de Lorena, em Guaratinguetá os candidatos já há algum tempo aboliram os comícios e utilizam apenas as visitas nos bairros e carreata para marcarem suas respectivas campanhas. Acho que deveriam voltar os comícios, pois é mais uma oferta para o eleitor poder conhecer as propostas. Previsão das urnas As pesquisas estão um tanto que estranhas para essa eleição, tem candidato que lidera com mais de vinte por cento, daí se descobre que na verdade ele perde por um por cento. Tem candidato que não aparece em nenhuma, mas dá show quando a urna é apurada. Sem precisar recorrer ao instituto mãe Dinah, somente na noite do dia sete de outubro é que vamos saber.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Textos para uma ótima leitura: A letra “P” - " Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso" - Jô Soares

A letra “P” - Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso: Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais…. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora…. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando… Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar…. Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei. E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: “O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma” Jô Soares.